Refrigerante Probiótico

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O mundo ocidental vem despertando pra os sabores e funcionalidade dos fermentados, afinal os probióticos gerados pelas bebidas fermentadas são excelentes para prevenção e tratamento de diversas alteração de saúde , agindo na microbiota do intestino tem ação direta sobre a imunidade.

Existem muitas possibilidades de fermentações, mas devido as limitações da Síndrome Látex Alimentos, fiz adaptações de uma tradicional receita russa, cuja base é batata doce. A receita a original sugere muito mais ingredientes que incluem frutas, o que para mim não é possível. Mas com poucos ingredientes foi possível fazer um refrigerante muito saboroso que lembra o sabor do “keep cooler”, porém menos doce.

Fiquei muito satisfeita com o resultado, um frisante saboroso e gaseificado cheio de saúde!

A receita é simples e o processo também, mas é importante observar o processo e envasar de forma certa para não explodir tudo e fazer uma lambança, bem como estarem atentos a vedação, no segundo processo de fermentação, após coar.

Providencie, antes, garrafas plásticas para 4,5 litros. Serão armazenados 3 litros, mas os vasilhames tem de manter espaço vazio para fermentar. Também pode ser envasado em vidro, mas é arriscado, pois caso fermente muito pode explodir – além disso o plástico permite que você sinta que ele está enrijecendo e assim pode saber quando houve bastante formação do gás e, portanto, está pronto.

Na primeira tentativa tinha apenas uma boa garrafa de 3 litros, mas como disse, ao envasar é preciso deixar espaço vazio para o gás. Então usei outras duas, uma de vidro e uma de água com bico. Ambas tinham tampas que não vedavam bem e foram empurradas pelo gás, pude assim experimentar o resultado de diversos pontos da fermentação e em todos eles o sabor estava ótimo, mas somente a garrafa que ficou bem fechada formou gás suficiente para formar bastante bolhas.

Eis, então, a receita do Fermentado de Batata (refri de batata doce).

 

Ingredientes:

  • 2 batatas doces grandes ou 04 pequenas lavadas, descascadas e raladas;
  • 1 e 2/3 xícaras de açúcar mascavo (pode ser demerara ou cristal, evite o refinado);
  • ¼ de xícara de suco de cenouras, feito com 02 cenouras em ¼ de xícara de água e 1 pimenta sem semente, coado;
  • 1 pitada de sal marinho;
  • ½ copo de Kefir de água ou 01 grão do Kefir;
  • 3 litros de água filtrada.
  • Recipiente de 03 litros para a primeira fermentação e garrafas plásticas para a segunda fermentação. Estas últimas deverão ficar com 1/3 vazio quando envasadas para a segunda fermentação, portanto você precisará de várias para colocar os 3 litros e respeitar este espaço vazio que é fundamental para o gás se formar sem explodir. Pode ser colocado em vidro, mas no plástico é possível sentir que ele enrijece a medida que o gás se forma e assim saber quando está pronto.

Preparo

  • Lave, descasque e rale as batatas.
  • Coloque as batatas raladas no recipiente de 3 litros e acrescente os demais ingredientes, completando com os 3 litros de água;
  • Tampe com papel e reserve, no escuro, por 2 dias.
  • Coe, coloque nas garrafinhas plásticas com tampa respeitando os 1/3 de espaço livres e reserve no escuro por mais 2 a 4 dias. Observe o gás e aperte a garrafa para sabe quando suspender a fermentação. Se preferir mais suave e dependendo do calor do ambiente, 1 dia pode ser o suficiente. Mas se quiser refrigerante bem gaseificado, deixe de 2 a 4. Quando a atingir o ponto de fermentação desejado, deve ser levado ao refrigerador e pode ser consumido em 2 semanas.

 

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Croquetes

Aperitivo é mesmo tudo de bom, né?

Acompanhado de cerveja, suco, refri, café ou seja qual for sua opção, um bom salgadinho sempre cai bem.

E se ele for feito daquelas sobrinhas de carne que você não sabe como reaproveitar, ainda melhor.

Foto de um saco plástico transparente com alguns croquetes já prontos para fritar.

A receita é simples e repleta de sabor.

Ingredientes:

  • 2 xícaras de leite de coco (receita aqui no blog);
  • 2 xícaras de farinha de trigo;
  • 1 a 2 xícaras de sobras de carnes assadas ou bifes;
  • sal e temperos à gosto.
  • 2 xícaras de água;
  • 1 xícara de farinha de coco (receita no blog);
  • banha para fritar.

Preparo:

  • Coloque a carne no liquidificar e triture bem.
  • Em uma panela grande, misture a carne triturada, o leite de coco, a farinha e os temperos. (Aqui em casa usamos pimentas diversas nas carnes, seja nos bifes ou assadas, então adiciono apenas uma pequena pitada de sal a esta massa)
  • Leve ao fogo médio, mexendo sempre, até formar massa sólida relativamente seca, em ponto de enrolar.
  • Retire do fogo e reserve até esfriar um pouco.
  • Em uma tigela pequena, coloque a água que será usada apenas para umedecer as mãos.
  • Coloque a farinha de coco em um prato, ela será usada para empanar.
  • Com as mãos molhadas, modele croquetes a seu gosto e passe na farinha de coco. Frite em banha quente ou congele para fritar depois. Após frito pode ser reaquecido no forno.

 

Foto de cinco croquetes já prontos, distribuídos sobre um prato de porcelana branco.

Foto de uma mão segurando, com um guardanapo, um croquete onde já foi dada uma mordida.

Bom apetite!

Rocambole de Cacau (Pão Doce)

Receita suuuuper saborosa, pra deixar a vida mais doce. =)

Foto de uma travessa de metal sobre uma mesa com toalha florida. Dentro da forma está o rocambole, em formato de meia lua e já pronto para ser servido.
Foto de uma travessa de metal sobre uma mesa com toalha florida. Dentro da forma está o rocambole, em formato de meia lua e já pronto para ser servido.

Ingredientes:

  • 1 xícara (280 ml) de leite de coco caseiro (receita no blog);
  • 1 colher das de sopa de óleo de coco extra virgem;
  • ½ colher das de chá de sal marinho;
  • 1 xícara (280 ml) de açúcar mascavo;
  • 3 xícaras (280 ml) de farinha de trigo;
  • 1 xícara (280 ml) de farinha de coco caseira (receita no blog);
  • 1 colher das de sopa rasa de fermento biológico seco;
  • 1 xícara de cacau puro orgânico.

 

Preparo:

  1.  Misture aos poucos os ingredientes na ordem listada, reservando ½ xícara de açúcar mascavo e a 1 xícara de cacau para o recheio. Sove (ou coloque na panificadora na função “massas” e retire ao final seguindo direto ao passo 3.) e deixe repousar por cerca de 30 minutos.
  2. Sove novamente agora sem tanto vigor e deixe repousar por mais 30minutos.
  3. Sobre forma retangular média ou grande, antiaderente ou untada e abra a massa com as mãos segurando pelas bordas e deixando-a espichar até formar retângula que preencha a forma.
  4. Despeje espalhando por toda extensão a ½ xícara de açúcar mascavo, reservando um pouco para cobertura, e a xícara de cacau, reservando à gosto. A utilização de uma peneira fina pode deixar mais uniforme.
  5. Enrole a massa com suavidade, essa depois de enrolada fiz pequena curva, já fiz rosca ou apenas reta, crie à seu gosto e de acordo com o tamanho de suas formas e travessas de servir. Reserve.
  6. Pré aqueça o forno por cerca de 20 minutos em torno de 200° antes de assar.
  7. Asse até dourar, essa dourou um pouquinho a mais, à gosto.
  8. Sirva fria, perfeita quando servida com um bom café.

 

Foto em close de uma travessa de metal, com o rocambole dentro, em formato de meia lua e já pronto para ser servido.
Foto em close de uma travessa de metal, com o rocambole dentro, em formato de meia lua e já pronto para ser servido.

Biscoitos de Cacau

Precisamos falar sobre essas belezinhas que são os biscoitos de Cacau!
Saborosos e simples de fazer.

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Bater na panificadora:

  • 1 copo de água,
  • 1 pitada de sal,
  • 3 colheres de sopa de óleo de coco,
  • 1 xícara de açúcar,
  • 3 xícaras de farinha de trigo,
  • 1 xícara de cacau,
  • 1 colher de chá de bicarbonato e
  • 1 colher de sopa de vinagre vertido sobre o bicarbonato por cima da farinha ainda seca.

 

Para assar

Abrir com rolo ou cilindro e cortar. Assar em forno pré aquecido à 280° por cerca de 10 minutos.

Voilá!

 

Nhoque de Moranga Capotiá

Receita tradicional italiana muito apreciada no sul do Brasil, o nhoque começou sendo feito de restos de pães ralados, misturados com farinha de trigo – que era um ingrediente escasso – para ser servido aos pobres durante a guerra.

Mais tarde foi se transformando e passou a ser feito e admirado por sua receita com batatas cozidas, cuja lenda diz que, se consumido aos dias 29 com certo ritual, traz fartura.

“Dizem que, num certo dia 29, São Pantaleão chegou a um vilarejo e pediu comida a uma família pobre. O anfitrião dividiu a parca refeição com o santo e cada pessoa comeu apenas sete bolinhas de nhoque. Após as despedidas, os donos da casa encontraram moedas de ouro sob os pratos – daí nasceu o costume de se colocar uma nota ou moeda embaixo do prato de nhoque no dia 29, para atrair fortuna. Os fatos históricos, que pena, tiram um pouco do encanto da simpatia. São Pantaleão viveu entre os séculos III e IV, muito antes, portanto, de o próprio nhoque ter sido inventado. Seja como for, a história é bonita.”

Mas a fartura do nhoque está mesmo na textura e no sabor, que nesta receita com moranga capotiá, são ainda mais intensos e coloridos, ideais para todos os tipos de molhos.

Muito fácil de ser feito, pode ser uma boa atividade em família, afinal, colocar a mão na massa é sempre um prazer. Então bora se enfarinhar!

Foto dos nhoques já enrolados e enfarinhado dentro de formas de metal.
Foto dos nhoques já enrolados e enfarinhado dentro de formas de metal.

Receita:

  • ½ moranga capotiá cozida por 10 minutos ou mais no microondas (o tempo varia de acordo com tamanho e maturação da moranga, o importante é que ela fique um purê bem cozido e homogêneo);
  • 1 a 1 e ½ xícaras de farinha de trigo (pode também ser feito com farinha de arroz)
  • 1 colher de chá de vinagre de álcool natural;
  • Sal a gosto.

Preparo:

Em uma vasilha, coloque a moranga cozida, o sal e o vinagre e adicione farinha aos poucos, sovando.

Quando a mistura desprender facilmente da mão, sem estar pegajosa, largue sobre superfície enfarinhada e sove mais um pouco. Não adicione muita farinha à massa, apenas o suficiente para enrolar sem grudar.

Corte a massa com uma faca em porções pequenas e faça rolinhos com as mãos contra a superfície, cortando posteriormente os nhoques no tamanho desejado. Se preferir, você também pode usar a nhoqueira.

Os nhoques não devem ficar muito grandes, pois assim o interior não irá cozinhar de forma uniforme.

Polvilhe um pouco de farinha neles cortados para não se grudarem durante o cozimento.

Podem ser cozidos diretamente em água fervendo ou congelados por até 3 meses (neste caso devem ser colocados ainda congelados para cozinhar).

Cozinhar por poucos minutos, em fogo alto, até que todos flutuem. Depois é só escorrer.

Conforme mencionado, ele combina com qualquer molho, mas o tradicional é aquele guisado caseiro que cada casa tem o seu tempero.

Foto do nhoque pronto para servir, com molho de guisado caseiro.
Foto do nhoque pronto para servir, com molho de guisado caseiro.

 

Fonte da história do Nhoque: Revista Casa e Jardim

Doce de Moranga com Pimenta

Mais uma receitinha de dar água na boca.
Confira abaixo como fazer esse doce que é simplesmente uma delícia!

Doce de moranga com pimenta
Foto do doce de moranga com pimenta

Ingredientes:

  • 1 xícara de purê de moranga capotiá (cerca de meia moranga pequena cozinha em água ou no microondas);
  • 1 xícara de leite de coco caseiro;
  • 1 xícara de açúcar mascavo;
  • 1 colher de sobremesa de vinagre de álcool natural;
  • 3 pimentas dedo de moça.

Modo de preparo:

Bata no liquidificador o purê de moranga, o leite de coco e o açúcar e reserve.

Corte as pimentas ao meio e, em seguida, fatie as metades em fatias bem fininhas. Se você gosta de sabores um pouco mais picantes, mantenha as sementes, senão, após cortar as pimentas ao meio, antes de fatiar, retire as sementes e a polpa branca. Aqui em casa a preferência é picante, então conservo as sementes e ainda coloco umas gotinhas de conserva de pimenta malaguetinha.

Foto de cima de dois potes de inox com as pimentas malagueta já separadas e prontas para serem cortadas.
Foto de cima de dois potes de inox com as pimentas malagueta já separadas e prontas para serem cortadas.

Coloque tudo em panela alta pois respinga, adicione o vinagre e leve ao fogo até engrossar e a quantidade diminuir pela metade.

Deixe esfriar e conserve em refrigerador. Esta delícia pode ser consumida pura, no pão ou mesmo como acompanhamento de carnes.

Foto em close do doce de moranga em um pote de vidro, com uma colher de cabo azul mergulhada e pronta para servir.
Foto em close do doce de moranga em um pote de vidro, com uma colher de cabo azul mergulhada e pronta para servir.

Bolo de cenoura sem ovos, sem leite e sem fermento

Receita produzida em 2015, mas que ainda não tinha sido publicada aqui no blog. Super saudável e, o melhor de tudo, fica uma delícia. Confira:

Bolo de cenoura, ainda sem cobertura.
Foto do bolo de cenoura já assado, ainda sem cobertura, sobre um prato de vidro transparente.

Massa:

  • 3 cenouras cozidas
  • 1 xícara de açúcar
  • 2 xícaras de farinha de trigo
  • 1 colher de sobremesa rasa de bicarbonato
  • 1 colher de sopa de vinagre de álcool
  • ½ xícara de óleo de coco extra virgem
  • +ou- 1 xícara da água do cozimento das cenouras ou de kefir de água.

Preparo:

  • Colocar no liquidificador as cenouras, o óleo de coco, o açúcar e a farinha. Sobre a farinha, colocar o bicarbonato e sobre ele o vinagre. Colocar a água ou kefir de água aos poucos batendo até formar mistura homogênea.
  • Assar em forno pré-aquecido médio por cerca de 30 minutos.

 

Cobertura:

  • 2 colheres de sopa de chocolate fragmentado Ouro Moreno
  • 2 colheres de sopa de açúcar mascavo
  • 2 colheres de sopa de óleo de coco extra virgem

Preparo

  • Levar ao microondas por 1 minuto em caneca alta, mexer bem e despejar sobre o bolo assado.

 

Bolo de cenoura pronto, com cobertura de chocolate.
Foto do bolo de cenoura já pronto, com a cobertura de chocolate aplicada e colocado sobre um prato de vidro transparente.

Torta Daisy

Após anos a procura da receita perfeita, com pouquíssimos ingredientes para uma deliciosa torta, eis a perfeição. 😀

Foto da Torta Daisy já montada, com cobertura de brigadeiro SLA, gotas de chocolate e coco, sobre um prato de vidro.
Foto da Torta Daisy já montada, com cobertura de brigadeiro SLA, gotas de chocolate e coco, sobre um prato de vidro.

A Torta Daisy foi desenvolvida a partir da dieta de restrição de grande maioria dos alimentos que a Síndrome Látex Alimentos – SLA me impõe, mas os admiradores dos meus dotes culinários insistem em dizer que é uma das melhores tortas que já comeram, e desafiados a descreverem os ingredientes secretos, nenhum deles chegou às origens.

Então vamos à receita…

Massa:

  • 2 xícaras de açúcar;
  • ½ xícara de óleo de coco;
  • 1 pitada de sal marinho;
  • 3 xícaras de farinha de trigo;
  • 1 colher de sobremesa de bicarbonato de sódio;
  • 2 colheres de sopa de vinagre de álcool natural;
  • 4 colheres de sopa de cacau puro(aqui só uso SOS Alergia);
  • Água morna (aproximadamente 1 xícara).

Em recipiente fundo, coloque o açúcar e o óleo de coco e mexa até ficar homogêneo.

Acrescente o sal, o açúcar e bata.

Acrescente a farinha, despejando sobre ela o bicarbonato e vertendo o vinagre sobre ele para “ferver”. Em seguida, misture suavemente.

Coloque o cacau e, aos poucos, a água morna, batendo até que a massa fique homogênea e deslize do fundo da bacia.

Asse em forma redonda untada à 180° por cerca de 45 minutos. Se tiver duas formas iguais pode dividir a massa, senão basta passar uma faca grande ao meio dela (após esfriar e desenformar), separando em 2 partes iguais.

Reserve.

Recheios*

1- Calda de coco queimado
Em uma panela, despeje 200g de coco queimado (faço com coco natural ralado, colocado alguns minutos no forno elétrico), 1 copo de água e 1 xícara de açúcar cristal. Mexer até quase ponto de fio.

Foto da calda de coco queimado dentro de um pote de vidro.
Foto da calda de coco queimado dentro de um pote de vidro.

2- Brigadeiro SLA
Veja a receita deste brigadeiro neste link.

Foto da massa da Torta Daisy, de coloração chocolate, sobre uma tábua de corte de vidro.
Foto da massa da Torta Daisy, de coloração chocolate, sobre uma tábua de corte de vidro.

3- Cocada mole
Em uma panela, coloque 300g de coco ralado natural, ½ xícara de leite de coco e 2 xícaras de açúcar. Mexa até engrossar bem, sem açucarar.

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4- Gotas de chocolate (SOS Alergia ou Ouro Moreno)

*Os recheios devem ser feitos no dia anterior, para esfriarem e gelarem bem, facilitando a montagem.

Montagem

Em prato de torta, coloque a primeira camada da massa e cubra com cerca de 80% da calda de coco queimado, reservando um pouco para cobertura.

Coloque uma espessa camada do Brigadeiro SLA, reservando a maior parte para cobertura, e sobre ele as gotas de chocolate.

Faça então, sobre o Brigadeiro, uma camada com a cocada.

Coloque a outra parte da massa e cubra ela com o restante da calda de coco queimado umedecendo a massa.

Em seguida, cubra toda torta com o restante do brigadeiro SLA e decore com coco ralado e gotas de chocolate.

Leve a geladeira por no mínimo 4 horas antes de servir.

Bom apetite!!!

 

Molho Picante de Cenoura

A dieta de pessoas com a Síndrome Látex Alimentos – SLA costuma ter restrições importantes, mas isso pode servir para despertarmos a criatividade (e dar uma apimentadinha no paladar).

Pensando em um sabor mais marcante que pode ser usado tanto em saladas como em molhos quentes de carnes e massas, surgiu essa receita deliciosa.

Ingredientes:

  • 04 cenouras cozidas
  • 04 colheres de sopa de vinagre de álcool natural
  • 01 colher de sobremesa de sal marinho
  • 01 colher de sopa de óleo de coco extra virgem
  • Pimenta à gosto

Modo de preparo:

Bata todos os ingredientes em liquidificador por cerca de 3 minutos.
Pode ser acrescentado mais vinagre para ficar mais picante ou um pouquinho de leite de coco para ficar mais suave.

Bom apetite!

Foto do molho feita de cima para baixo. Ele está servido em uma vasilha de vidro que está sobre uma superfície branca. Possui cor alaranjada e textura cremosa.
Foto do molho feita de cima para baixo. Ele está servido em uma vasilha de vidro que está sobre uma superfície branca. Possui cor alaranjada e textura cremosa.

Bolo Nega-Maluca (sem leite animal, sem ovos e sem fermento)

O Nega-Maluca é um dos bolos mais populares (e gostosos!) do Brasil, e abaixo ele surge numa receita que não utiliza leite animal, nem ovos e nem fermento. Fica uma delícia!

Foto de um bolo Nega-Maluca, já pronto, dentro de uma forma de metal, que está sobre uma mesa com uma toalha quadriculada com as cores vermelho e branco.

 

INGREDIENTES

Para a massa:

  • 3 colheres de sopa de óleo de coco;
  • 1 xícara de açúcar mascavo;
  • 3 xícaras de farinha de trigo;
  • 1 colher de chá (bem cheia) de  bicarbonato de sódio;
  • 1 colher de sopa de vinagre de álcool;
  • 3 colheres de sopa (bem cheias) de cacau puro;
  • 1 xícara chá (aproximadamente) de água quente.

Para a cobertura:

  • ½ xícara de óleo de coco;
  • 3 colheres de sopa de açúcar (costumo usar 1 de açúcar cristal e 2 de açúcar mascavo pois o cristal contribui na consistência);
  • 3 colheres de sopa de cacau puro;
  • ½ xícara de leite de coco caseiro.

 

MODO DE PREPARO

Massa:

Em uma tigela, despeje os ingredientes na ordem acima, vertendo o vinagre no bicarbonato sobre a farinha ainda seca.  Adicione, então, o cacau e misture suavemente adicionando – aos poucos –  a água quente e batendo com uma colher até que a massa fique homogênea para desgrudar do fundo da tigela.

Asse em forma de alumínio untada por cerca de 35minutos e reserve.

Cobertura:

Leve os ingredientes ao fogo em uma panela, mexendo constantemente até engrossar. Despeje sobre o bolo quando estiver morno ou frio.

 

Pronto, agora é só fatiar à gosto e comer sem medo de se lambuzar!
E não esquece de voltar aqui pra contar como ficou o seu Nega-Maluca.