Lavanderia SLA

Cuidados básicos para roupas e calçados de pacientes com Síndrome Látex Alimentos –
SLA.

  • Alérgicos ao látex não podem usar roupas com elásticos, atenção aos lençóis, meias,
    roupa íntima, blusas de malha (podem ter fio elástico misturado), spandex (o
    spandex em si não contém látex, mas são permitidas misturas de até 5% sem a
    descrição na etiqueta), calçados e outros.
  • Roupas das demais pessoas na casa que contenham elásticos devem ser lavadas
    separadamente e serem mantidas o mais distante possível do alérgico, portanto, se o alérgico é criança, os pais devem ter muito cuidado com suas roupas também,
    lembrem que não é apenas onde está o elástico que há perigo, todo tecido estará
    contaminado.
  • Muitos alérgicos ao látex reagem aos aromas, procurem usar sabões mais neutros,
    ideal se sem nenhuma fragrância adicionada, e evite especialmente sabões em pó e
    amaciantes. Utilizo base para sabão líquido diluída apenas em água, sem corantes
    nem aromas, mas alguns alérgicos ao látex usam sabões comerciais neutros sem
    reações alérgicas. Vinagre de álcool e bicarbonato são bons aliados.
  • Fique atento à localização do seu varal para que não haja contaminação do
    ambiente.
  • É aconselhável que as roupas com que as pessoas da casa venham da rua não sejam
    usadas dentro de casa.
  • Alguns tingimentos também podem causar reações.
  • Tecidos muito sintéticos podem favorecer dermatites pela dificuldade da
    transpiração, nem tudo é reação.
  • Há vários relatos de pessoas que reagem também ao algodão natural, cru como
    alguns chamam.
  • Calçados com sola de borracha natural devem ser excluídos, e nos demais é preciso
    estar atento às colas de palmilhas e óleo adicionados aos materiais sintéticos que
    podem conter látex, portanto se reagir mesmo que não perceba onde o látex está,
    evite.
  • Roupas novas devem ser muito bem lavadas antes de serem usadas devido às
    contaminações na fabricação, transporte e estocagem.
  • Sapatos usados na rua não devem ser usados dentro de casa.
  • Muita atenção com roupas contaminadas pelo pó de luvas e balões de látex. Se o
    alérgico ou algum familiar for exposto ao pó de látex, toda roupa deve ser
    imediatamente muito bem lavada, ainda que não haja contato direto. O pó liberado
    no ambiente se propaga como pólen e impregna como óleo de castanhas, podendo
    causar reações graves mesmo após vários dias.
Anúncios

Reações ao Látex

Dificilmente se pensa em fotografar uma crise, especialmente as mais graves.

Além disso, os sintomas piores são sentidos e algumas vezes pouco ou nada visíveis. Mas alguns registros podem dar uma ideia do que as reações causam. Muitas pessoas desconhecem os perigos do látex, eu também o desconhecia. Passei 40 anos sofrendo de patologias diversas mal diagnosticadas devido a esta ignorância.

Mas aqui está a oportunidade de muitos entenderem que o látex adoece e pode matar pessoas, especialmente quando em luvas e balões (bexigas), quando libera partículas no ambiente que podem ficar até 3 dias suspensas e atingir mais de 500 metros.

Perdi minha visão, tenho sequelas e comprometimentos por isso. Vivo em clausura e me alimento com apenas 8 itens, mas consigo me resolver com isso e sou muito abençoada pelas pessoas com quem convivo e pelas inúmeras oportunidades que já vivi.

Porém, existem crianças, muitas, cada vez mais, com esta síndrome. Crianças que precisam ter amigos, estudar, curtir uma vida inteira pela frente, e a sua ignorância em insistir em usar balões de látex por tudo, ou de não excluir de vez o uso de luvas de látex no seu ambiente de trabalho, pode por em risco a sua vida e a de milhares de pessoas.

Além do enorme sofrimento, a Síndrome Látex Alimentos – SLA pode levar a morte em instantes por uma reação anafilática, como aos poucos, pelos agravamentos das crises e uso excessivo de medicamentos para amenizar os sintomas. A grande maioria das pessoas com SLA reage a muitas coisas, sendo as mais perigosas e que atingem o maior número de pessoas são, além do próprio látex, ceras, perfumes, tintas, óleos essenciais e alimentos como castanhas, frutas e mandioca.

Quer saber mais? Acompanhe a página no Facebook e o blog http://www.slabrasil.com.
Saia da ignorância, DIGA NÃO AO LÁTEX!

Biscoitos de Cacau

Precisamos falar sobre essas belezinhas que são os biscoitos de Cacau!
Saborosos e simples de fazer.

18901494_1899391840341669_1056682441_o

Bater na panificadora:

  • 1 copo de água,
  • 1 pitada de sal,
  • 3 colheres de sopa de óleo de coco,
  • 1 xícara de açúcar,
  • 3 xícaras de farinha de trigo,
  • 1 xícara de cacau,
  • 1 colher de chá de bicarbonato e
  • 1 colher de sopa de vinagre vertido sobre o bicarbonato por cima da farinha ainda seca.

 

Para assar

Abrir com rolo ou cilindro e cortar. Assar em forno pré aquecido à 280° por cerca de 10 minutos.

Voilá!

 

Como acontece

Entro em algum ambiente aparentemente livre de látex ou alimentos – ou pessoas chegam à minha casa – e tudo parece agradável Tudo inicia muito rápido ou, em algumas ocasiões, horas depois.

Às vezes sinto apenas sono incontrolável. Outras vezes começa com diarreia intensa.
Na maioria das vezes, meu coração dispara. Um rubor agonizante toma conta de meu rosto, olhos, garganta, enquanto os ouvidos incham instantaneamente e doem.

Tem vezes que começa logo por broncoespasmos e o pulmão ameaça parar de repente. De comum em todas as maneiras que inicia é a sensação eminente da morte. A energia vital parece escorrer de mim e resta apenas agonia.

Em alguns instantes, alguém terá de perceber e me salvar injetando adrenalina. Deveria ter comigo adrenalina auto injetável, mas esta infelizmente não está disponível no Brasil e não posso custear a importação, pois são inúmeras às vezes em que preciso. Então resta a sorte de estar com alguém que saiba o que e como fazer, dosar a adrenalina da ampola na dose certa e aplicar com agilidade, sem hesitar.

Feito isso, em instantes volto a raciocinar e respirar, porém todo impacto da crise levará 21 dias para passar. Durante este período, muita medicação ainda será necessária, muitos cuidados para que as inflamações das mucosas não evoluam para pneumonia ou outros, muita dor – especialmente da cabeça e ocular – terá de ser suportada.

Do que estou falando? ANAFILAXIA.

Quem nunca sentiu ou presenciou talvez tenha ouvido falar em anafilaxia ou em choque anafilático e relacione com reações a anestesias e medicamentos. Mas ela pode ocorrer por diversos motivos, em geral, uma grave reação alérgica.

Por definição, anafilaxia ocorre quando dois ou mais sistemas do organismo, sendo um deles respiratório ou vascular, entram em colapso. Pessoas alérgicas ou com doenças auto imunes podem iniciar o quadro de anafilaxia por diferentes motivos e diferentes sintomas. No caso das pessoas com Síndrome Látex Alimentos – SLA, pode ocorrer apenas por estar no mesmo ambiente que produtos de látex – especialmente as luvas e balões que liberam partículas muito voláteis no ar e que inaladas vão direto aos pulmões – como também por ingerir ou estar no mesmo ambiente de diversos alimentos, perfumes, tintas e muitos outros, dependendo da sensibilização de cada um.

Mas o importante aqui é dizer mais do que como acontece, é dizer que ANAFILAXIA PODE DEIXAR SEQUELAS E ATÉ LEVAR A MORTE. Não são simples sensações, são sintomas graves, urgência médica e devido ao grande aumento de casos de pessoas alérgicas em todo mundo, temos cada vez mais notícias de pessoas que morrem por anafilaxia.

Aquele conhecido que você ouviu falar que morreu por picada de abelha, aquele outro que passou muito mal quando precisou anestesia, tem aquele também que quase morreu ao comer camarão… todos eles sofreram anafilaxia.

Seja solidário e evite expor as pessoas a coisas que podem causar tanto sofrimento. É importante evitar balões de látex em festas, luvas de látex em seu trabalho ou ambiente familiar, não oferecer alimentos às crianças sem a permissão dos pais. Pense no próximo como em você, afinal, alergias podem ser adquiridas em qualquer momento da vida, ninguém está livre.

Como acontece o choque anafilático

Nhoque de Moranga Capotiá

Receita tradicional italiana muito apreciada no sul do Brasil, o nhoque começou sendo feito de restos de pães ralados, misturados com farinha de trigo – que era um ingrediente escasso – para ser servido aos pobres durante a guerra.

Mais tarde foi se transformando e passou a ser feito e admirado por sua receita com batatas cozidas, cuja lenda diz que, se consumido aos dias 29 com certo ritual, traz fartura.

“Dizem que, num certo dia 29, São Pantaleão chegou a um vilarejo e pediu comida a uma família pobre. O anfitrião dividiu a parca refeição com o santo e cada pessoa comeu apenas sete bolinhas de nhoque. Após as despedidas, os donos da casa encontraram moedas de ouro sob os pratos – daí nasceu o costume de se colocar uma nota ou moeda embaixo do prato de nhoque no dia 29, para atrair fortuna. Os fatos históricos, que pena, tiram um pouco do encanto da simpatia. São Pantaleão viveu entre os séculos III e IV, muito antes, portanto, de o próprio nhoque ter sido inventado. Seja como for, a história é bonita.”

Mas a fartura do nhoque está mesmo na textura e no sabor, que nesta receita com moranga capotiá, são ainda mais intensos e coloridos, ideais para todos os tipos de molhos.

Muito fácil de ser feito, pode ser uma boa atividade em família, afinal, colocar a mão na massa é sempre um prazer. Então bora se enfarinhar!

Foto dos nhoques já enrolados e enfarinhado dentro de formas de metal.
Foto dos nhoques já enrolados e enfarinhado dentro de formas de metal.

Receita:

  • ½ moranga capotiá cozida por 10 minutos ou mais no microondas (o tempo varia de acordo com tamanho e maturação da moranga, o importante é que ela fique um purê bem cozido e homogêneo);
  • 1 a 1 e ½ xícaras de farinha de trigo (pode também ser feito com farinha de arroz)
  • 1 colher de chá de vinagre de álcool natural;
  • Sal a gosto.

Preparo:

Em uma vasilha, coloque a moranga cozida, o sal e o vinagre e adicione farinha aos poucos, sovando.

Quando a mistura desprender facilmente da mão, sem estar pegajosa, largue sobre superfície enfarinhada e sove mais um pouco. Não adicione muita farinha à massa, apenas o suficiente para enrolar sem grudar.

Corte a massa com uma faca em porções pequenas e faça rolinhos com as mãos contra a superfície, cortando posteriormente os nhoques no tamanho desejado. Se preferir, você também pode usar a nhoqueira.

Os nhoques não devem ficar muito grandes, pois assim o interior não irá cozinhar de forma uniforme.

Polvilhe um pouco de farinha neles cortados para não se grudarem durante o cozimento.

Podem ser cozidos diretamente em água fervendo ou congelados por até 3 meses (neste caso devem ser colocados ainda congelados para cozinhar).

Cozinhar por poucos minutos, em fogo alto, até que todos flutuem. Depois é só escorrer.

Conforme mencionado, ele combina com qualquer molho, mas o tradicional é aquele guisado caseiro que cada casa tem o seu tempero.

Foto do nhoque pronto para servir, com molho de guisado caseiro.
Foto do nhoque pronto para servir, com molho de guisado caseiro.

 

Fonte da história do Nhoque: Revista Casa e Jardim

Doce de Moranga com Pimenta

Mais uma receitinha de dar água na boca.
Confira abaixo como fazer esse doce que é simplesmente uma delícia!

Doce de moranga com pimenta
Foto do doce de moranga com pimenta

Ingredientes:

  • 1 xícara de purê de moranga capotiá (cerca de meia moranga pequena cozinha em água ou no microondas);
  • 1 xícara de leite de coco caseiro;
  • 1 xícara de açúcar mascavo;
  • 1 colher de sobremesa de vinagre de álcool natural;
  • 3 pimentas dedo de moça.

Modo de preparo:

Bata no liquidificador o purê de moranga, o leite de coco e o açúcar e reserve.

Corte as pimentas ao meio e, em seguida, fatie as metades em fatias bem fininhas. Se você gosta de sabores um pouco mais picantes, mantenha as sementes, senão, após cortar as pimentas ao meio, antes de fatiar, retire as sementes e a polpa branca. Aqui em casa a preferência é picante, então conservo as sementes e ainda coloco umas gotinhas de conserva de pimenta malaguetinha.

Foto de cima de dois potes de inox com as pimentas malagueta já separadas e prontas para serem cortadas.
Foto de cima de dois potes de inox com as pimentas malagueta já separadas e prontas para serem cortadas.

Coloque tudo em panela alta pois respinga, adicione o vinagre e leve ao fogo até engrossar e a quantidade diminuir pela metade.

Deixe esfriar e conserve em refrigerador. Esta delícia pode ser consumida pura, no pão ou mesmo como acompanhamento de carnes.

Foto em close do doce de moranga em um pote de vidro, com uma colher de cabo azul mergulhada e pronta para servir.
Foto em close do doce de moranga em um pote de vidro, com uma colher de cabo azul mergulhada e pronta para servir.

Bolo de cenoura sem ovos, sem leite e sem fermento

Receita produzida em 2015, mas que ainda não tinha sido publicada aqui no blog. Super saudável e, o melhor de tudo, fica uma delícia. Confira:

Bolo de cenoura, ainda sem cobertura.
Foto do bolo de cenoura já assado, ainda sem cobertura, sobre um prato de vidro transparente.

Massa:

  • 3 cenouras cozidas
  • 1 xícara de açúcar
  • 2 xícaras de farinha de trigo
  • 1 colher de sobremesa rasa de bicarbonato
  • 1 colher de sopa de vinagre de álcool
  • ½ xícara de óleo de coco extra virgem
  • +ou- 1 xícara da água do cozimento das cenouras ou de kefir de água.

Preparo:

  • Colocar no liquidificador as cenouras, o óleo de coco, o açúcar e a farinha. Sobre a farinha, colocar o bicarbonato e sobre ele o vinagre. Colocar a água ou kefir de água aos poucos batendo até formar mistura homogênea.
  • Assar em forno pré-aquecido médio por cerca de 30 minutos.

 

Cobertura:

  • 2 colheres de sopa de chocolate fragmentado Ouro Moreno
  • 2 colheres de sopa de açúcar mascavo
  • 2 colheres de sopa de óleo de coco extra virgem

Preparo

  • Levar ao microondas por 1 minuto em caneca alta, mexer bem e despejar sobre o bolo assado.

 

Bolo de cenoura pronto, com cobertura de chocolate.
Foto do bolo de cenoura já pronto, com a cobertura de chocolate aplicada e colocado sobre um prato de vidro transparente.

Torta Daisy

Após anos a procura da receita perfeita, com pouquíssimos ingredientes para uma deliciosa torta, eis a perfeição. 😀

Foto da Torta Daisy já montada, com cobertura de brigadeiro SLA, gotas de chocolate e coco, sobre um prato de vidro.
Foto da Torta Daisy já montada, com cobertura de brigadeiro SLA, gotas de chocolate e coco, sobre um prato de vidro.

A Torta Daisy foi desenvolvida a partir da dieta de restrição de grande maioria dos alimentos que a Síndrome Látex Alimentos – SLA me impõe, mas os admiradores dos meus dotes culinários insistem em dizer que é uma das melhores tortas que já comeram, e desafiados a descreverem os ingredientes secretos, nenhum deles chegou às origens.

Então vamos à receita…

Massa:

  • 2 xícaras de açúcar;
  • ½ xícara de óleo de coco;
  • 1 pitada de sal marinho;
  • 3 xícaras de farinha de trigo;
  • 1 colher de sobremesa de bicarbonato de sódio;
  • 2 colheres de sopa de vinagre de álcool natural;
  • 4 colheres de sopa de cacau puro(aqui só uso SOS Alergia);
  • Água morna (aproximadamente 1 xícara).

Em recipiente fundo, coloque o açúcar e o óleo de coco e mexa até ficar homogêneo.

Acrescente o sal, o açúcar e bata.

Acrescente a farinha, despejando sobre ela o bicarbonato e vertendo o vinagre sobre ele para “ferver”. Em seguida, misture suavemente.

Coloque o cacau e, aos poucos, a água morna, batendo até que a massa fique homogênea e deslize do fundo da bacia.

Asse em forma redonda untada à 180° por cerca de 45 minutos. Se tiver duas formas iguais pode dividir a massa, senão basta passar uma faca grande ao meio dela (após esfriar e desenformar), separando em 2 partes iguais.

Reserve.

Recheios*

1- Calda de coco queimado
Em uma panela, despeje 200g de coco queimado (faço com coco natural ralado, colocado alguns minutos no forno elétrico), 1 copo de água e 1 xícara de açúcar cristal. Mexer até quase ponto de fio.

Foto da calda de coco queimado dentro de um pote de vidro.
Foto da calda de coco queimado dentro de um pote de vidro.

2- Brigadeiro SLA
Veja a receita deste brigadeiro neste link.

Foto da massa da Torta Daisy, de coloração chocolate, sobre uma tábua de corte de vidro.
Foto da massa da Torta Daisy, de coloração chocolate, sobre uma tábua de corte de vidro.

3- Cocada mole
Em uma panela, coloque 300g de coco ralado natural, ½ xícara de leite de coco e 2 xícaras de açúcar. Mexa até engrossar bem, sem açucarar.

15225279_1806929186254602_542752425_o

4- Gotas de chocolate (SOS Alergia ou Ouro Moreno)

*Os recheios devem ser feitos no dia anterior, para esfriarem e gelarem bem, facilitando a montagem.

Montagem

Em prato de torta, coloque a primeira camada da massa e cubra com cerca de 80% da calda de coco queimado, reservando um pouco para cobertura.

Coloque uma espessa camada do Brigadeiro SLA, reservando a maior parte para cobertura, e sobre ele as gotas de chocolate.

Faça então, sobre o Brigadeiro, uma camada com a cocada.

Coloque a outra parte da massa e cubra ela com o restante da calda de coco queimado umedecendo a massa.

Em seguida, cubra toda torta com o restante do brigadeiro SLA e decore com coco ralado e gotas de chocolate.

Leve a geladeira por no mínimo 4 horas antes de servir.

Bom apetite!!!

 

Molho Picante de Cenoura

A dieta de pessoas com a Síndrome Látex Alimentos – SLA costuma ter restrições importantes, mas isso pode servir para despertarmos a criatividade (e dar uma apimentadinha no paladar).

Pensando em um sabor mais marcante que pode ser usado tanto em saladas como em molhos quentes de carnes e massas, surgiu essa receita deliciosa.

Ingredientes:

  • 04 cenouras cozidas
  • 04 colheres de sopa de vinagre de álcool natural
  • 01 colher de sobremesa de sal marinho
  • 01 colher de sopa de óleo de coco extra virgem
  • Pimenta à gosto

Modo de preparo:

Bata todos os ingredientes em liquidificador por cerca de 3 minutos.
Pode ser acrescentado mais vinagre para ficar mais picante ou um pouquinho de leite de coco para ficar mais suave.

Bom apetite!

Foto do molho feita de cima para baixo. Ele está servido em uma vasilha de vidro que está sobre uma superfície branca. Possui cor alaranjada e textura cremosa.
Foto do molho feita de cima para baixo. Ele está servido em uma vasilha de vidro que está sobre uma superfície branca. Possui cor alaranjada e textura cremosa.

4 informações importantes sobre alergia ao látex

Estamos começando mais uma Semana Mundial de Conscientização sobre Alergias, e o tema deste ano faz a pergunta: “Você sabia que a alergia ao látex é uma das maiores causas de anafilaxias?”

Para aproveitar o embalo, aí vão 4 perguntas importantes – e suas respectivas respostas – sobre alergia ao látex e Síndrome Látex Alimentos.

1. Você sabia que alergia ao látex é uma das maiores causas de anafilaxias?

Você sabia que alergia ao látex é uma das maiores causas de anafilaxias?

A anafilaxia é uma reação geralmente alérgica grave, com risco de vida ou sequelas. As alergias, bem como as anafilaxias, podem surgir em qualquer momento da vida.

A alergia ao látex é a 2° maior causa de anafilaxias em salas de cirurgias no mundo e uma das maiores causa de anafilaxias em geral.

2. Você conhece os sintomas de anafilaxia?

Você conhece os sintomas de anafilaxia?

A anafilaxia ocorre quando dois ou mais sistemas do corpo entram em colapso, sendo um deles respiratório ou vascular. A anafilaxia pode iniciar por reações na pele, gastrointestinais, edema de glote ou outros.

 

03. Você sabe qual a primeira atitude que deve ser tomada para salvar uma pessoa de anafilaxia?

sla-semana1

Pessoas em crise anafilática devem receber adrenalina imediatamente.

A forma mais segura de injetar adrenalina é com o uso de auto injetor de adrenalina, o que não temos no Brasil, por isso pessoas com risco de anafilaxia precisam importar ou utilizar adrenalina injetável, cujo manuseio é extremamente delicado.

 

4. Você sabia que alérgicos ao látex reagem à inalação dele?

Você sabia que alérgicos ao látex reagem à inalação dele?

Alérgicos ao látex podem ter anafilaxia com uma única molécula de látex no ambiente ou nos alimentos, exigindo cuidados extremos especialmente em ambientes de saúde.

A substituição das luvas de látex pelas de nitrila ou vinil para uso em saúde ou alimentação, bem como a extinção dos balões (bexigas) de látex são fundamentais para segurança dos alérgicos e para evitar novos casos controlando a crescente epidemia.

 

E aí, gostou das informações? Então siga nossa página no Facebook para ficar por dentro das nossas novidades.